segunda-feira, 29 de junho de 2015

SP: SEESP e Superintendência Regional do Trabalho discutem condições de trabalho dos Enfermeiros

No dia 24 de junho, a presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP) e da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), Solange Caetano, esteve na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Estado de São Paulo em reunião com a chefe da Seção de Relações do Trabalho (SERET), Aylza Gudin, e o representante do Núcleo de Assédio Moral do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Valter Leitão, para discutir as condições de trabalho dos enfermeiros no Estado, além de pontos como o dimensionamento de pessoal, cumprimento da Norma Regulamentadora 32, adoecimento e casos de assédio moral que tem aumentado nos últimos meses.

Por Segs - SEESP Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo 

Acompanhado dos advogados André Caetano e Camila Kitamura, Solange Caetano apresentou o cenário dos profissionais no último período e a necessidade de criar estratégias urgentes para proteção dos trabalhadores por meio de mesas de negociação mais constantes e a criação de uma frente de fiscalização que terá como responsabilidade verificar se as empresas estão aplicando o que preconiza a NR, detectar e analisar os casos de assédio moral e buscar melhorias para diminuir os índices de problemas na categoria.

Como fruto da reunião ja foram retiradas algumas estratégias para impulsionar a fiscalizacão com foco no cumprimento das Convenções Coletivas de Trabalho e da implantação e implementação da NR32.

“Sempre tivemos uma boa relação com a Superintendência Regional do Trabalho, e esse tipo de debate é de extrema importância para que, juntos, consigamos garantir condições condizentes a realidade dos 120 mil enfermeiros que representamos no Estado de São Paulo”, comentou Solange.“O papel do Sindicato é zelar por todas as questões trabalhistas da sua categoria. É nossa responsabilidade batalhar por jornadas de trabalho dignas (a luta pela aprovação do PL 2.295/00, que regulamenta a jornada em 30 horas semanais), salários adequados e a fiscalização no que diz respeito a infraestrutura e segurança do trabalhador”, finalizou.

(fonte, acesso em 29/06/2015)

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