quinta-feira, 2 de julho de 2015

MG: Bancárias e bancários se mobilizam pelo fim do assédio moral e em defesa do emprego em Juiz de Fora

Na manhã desta terça-feira (30) os diretores do Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da Zona da Mata e Sul de Minas (Sintraf JF) realizaram em Juiz de Fora atos em frente às agências do HSBC, Santander, Itaú e Mercantil do Brasil. As manifestações são em defesa dos funcionários do HSBC, por mais funcionários nos bancos e pelo fim do assédio moral.

Por Sintraf JF / CUT-MG

Os dirigentes distribuíram na agência do HSBC um jornal sobre a mobilização em defesa dos funcionários do banco britânico. O HSBC se comprometeu a fazer reuniões a cada quinze dias com a Contraf-CUT para informar como anda o processo de venda do banco.

“Nós precisamos preservar o emprego dos trabalhadores. Não vamos admitir que o banco deixe de funcionar no Brasil e, com isso, os funcionários sejam dispensados. A luta está só começando!”, destaca o presidente do Sintraf JF, Robson Marques.

As atividades em defesa do emprego no HSBC vão prosseguir, com ampliação de ações no Congresso Nacional, reuniões no Banco Central, Ministério do Trabalho e Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Além disso, foram entregues boletins à população e a bancárias e bancários, informando sobre como se dá o assédio moral e suas consequências, tanto para os trabalhadores do ramo financeiro quanto para os clientes e usuários.

De acordo com o secretário geral do Sintraf JF e secretário de Administração e Finanças da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG), Carlos Alberto de Freitas (Nunes), o respeito com trabalhadoras e trabalhadores e usuários dos bancos precisa de revisão urgente.

“Temos expectativa, e por isso continuamos a lutar, de que a gente consiga mobilizar a categoria para que denunciem a prática do assédio moral e, assim, diminuir as ocorrências de adoecimento e afastamento nos bancos. Está luta não é para beneficiar apenas os bancários que tanto adoecem devido à pressão imposta, mas também os clientes que, em consequência de todos os problemas enfrentados pela categoria, acabam recendo um atendimento deficitário”, destaca Nunes.

De acordo com pesquisa, maioria das pessoas ainda não denuncia o assédio moral no trabalho. Pelas empresas do Brasil o assédio moral é uma prática recorrente e, pelo que demonstra pesquisa da Vagas.com, impune.

(fonte, acesso em 02/07/2015)

Nenhum comentário:

Postar um comentário